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Há 04 décadas nesse mundo, especialmente em Divinópolis, BH e região Centro-Oeste de MG; hoje falarei um pouco de 30 anos atrás, até os dias de hoje. Portanto vocês que têm menos de 30 ou que residem aqui (Div) na mesma data, com certeza não lembrarão de muita coisa, já vocês veteranos de 35, 40...
Em 1977, ano que inaugurou em Divinópolis a primeira fábrica da Kaiser no Brasil, ano que meu Galo foi vice campeão brasileiro invicto (+ de 50 jogos) já ensaiava os primeiros passos com meus modestos 10 anos, engajava no ensino trocando o INSS pela Escola Padre Matias (Pça Benedito Valadares). Não tinha amigos paralelos e apenas da sala de aula. Curiosamente na época de 10, 12, 15 anos, não sentíamos “atrações” por moças da nossa idade e ficávamos encantados com beldades como Cristiane Torloni (50), no ano de 1985, na novela a “Gata Comeu”. Voltando aos anos 80 (melhor época musical), lá estava o Marquinhos (atual Marcão) adentrando a capital Mineira, pois todos os meus primos-irmãos lá residiam e conhecendo de perto as estruturas do maior e melhor time do país, o Galo e na época nosso concorrente era um mero figurante; a segunda força de Minas e a décima do Brasil (bons tempos). Prazerosamente, conheci o Mineirão (na época com 130.000 lugares), a Sede de Lourdes, Vila Olímpica, Palácio das Artes (com show K.C. and Sunshine Band) o mesmo da música Please dont GO) etc...
Meu ciclo em BH encerrara em 83, com a mudança de meus parentes para o Condomínio Jardim das Acácias (Bom Pastor). A partir de 84, comecei a romper “Fronteiras” e expandir minas amizades: Vila Cruzeiro-Centro. Aí sim, detonando geral na “Bonitópolis” pelo saudoso grupo Genghis Khan, show que no qual presenciei no Parque de Exposição: Exposição Rural de Divinópolis (atual Divinaexpô). Em 1986, quase à beira do falecimento do meu pai (cidadão conhecido e respeitado na RFFSA), presenteou-me com um Fuscão 72). Minha mãe ficara boquiaberta e pensou: “Meu Deus, esse menino é meio doido e aprontará horrores”. Logo em seguida eu e meu bando (Dálber, hoje chefe do Sindicato dos Bancários; Geovani Lemos, antigo gerente da Ricardo Eletro, quando a mesma só possuía uma loja, Mulci, hoje residente no planalto, depois de passagens por Tocantins e Portugal, Onça desquitado hoje farmacêutico), atacávamos Divicity e região a bordo do meu possante – Opala Comodoro – 85, o terror da época. 1 Fuscão, 1 Moto CG 125 – 85 e um Opala; fechando o cerco contra a concorrência e azarando geral as boates do Shape, Divinópolis Clube, Estrela, Inferninho (S. José), Stúdio 17 (D. Passos), Alucinante (ao lado da Delegacia), ôhh loco.... E B breack Dance (A. Pena). As demais também já dominávamos. Itaúna, Pará de Minas (Gírus), N. Serrana... Veja alguma comparação referente às 3 cidades citadas: N. Serrana – Era pequenininha (menor que o bairro Sidil), hoje com apenas 43 anos é a cidade que mais cresce em Minas e a única indicada pela “Época”, como um dos melhores locais para viver em Minas. Itaúna: Não possuía boates, mas sim grande bares, nunca deixará de ser a cidade-culta (Universidade Itaúna). Pará Minas: Da bonita Gírus, sempre acolhedora terra do frango. Sem contar as coisas essenciais à região que vi nascer: Gírus, Draft, Tropical Club (Itaúna), Mineirinho (BH), Viaexpressa leste-oeste (BH), 94 FM, Candidés FM, Divinópolis AM, TV Candidés, Rede Integração, TV Alterosa, Edifício Costa Rangel, Cidade do Galo (Vespasiano)... Finalizando este histórico nupérrimo (nobre), captado em minhas verbetes (arquivos, etc), com um esmero trabalho, a partir dos anos 90, Divinópolis transformou-se nessa monstruosa cidade, portanto todos vocês acompanham juntos o crescimento e dispensa comentários. Imaginem meu pai (in memorian) que chegou em Divinópolis em 1910, quando Divinópolis chamava: Henrique Galvão; e minha mãe que nasceu aqui em 1928 e está firme até hoje? (Minto, nasceu em Oliveira-MG eveio pra cá com 6 meses!). Falem a verdade: O curriculum não é tão ruim assim. Despeço-me e espero dar trabalho por muito tempo!!!
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